Wednesday, November 29, 2006
Mundo? Eu? Mudança? Atitude?
Olá pessoal!
Estou de volta depois de um tempo considerável longe das páginas e letras "blogueiras". Fiquei algum tempo sem vontade de escrever algo, expressar minhas idéias e pensamentos que, para muitos, sei que não têm muito valor e para outros tantos não faz a mínima diferença a minha vidinha.
Percebo que quanto mais o tempo passa, mais eu aprendo e, assim, vivo e aproveito mais meu pouco tempo nesse mundo pífio e superficial.
Minhas experiências recentes me mostram cada vez mais que o mundo não é feito do descaso, mas que tudo tem um porque, apesar de muitas vezes as coisas não terem uma explicação, ou que esta não seja boa o bastante para justificá-las.
Vejo muitas pessoas revoltadas com pouco, os "emos" invadindo a internet e agora até a televisão, gente com grana e poder para fazer que quiserem, outros vivendo sua vida, quietos, sem preocupação com o amanhã, sem se importar se o vizinho precisa de ajuda.
Há muita gente vivendo por viver, não se preocupam em fazer algo para tentar mudar as coisas, pensam, por exemplo, que como ainda não faltou água na minha casa, pra que econmizar. Creio que, pelo menos, 80% dos "humanos" estão aí só para fazer volume, outros 10% fazem o seu, preocupam-se com os outros mas, por questões de falta de vontade ou falta de tempo, não fazem muito para ajudar, 8% tentam fazer o possível, dentro de suas limitações para ver as coisas melhores, e 2% apenas fazem realmente a diferença!
Posso estar errado nas porcentagens (até porque não fiz e nem me baseei em algum estudo para colocar esses números) mas posso afirmar que essa pode ser uma divisão da sociedade que pode ser aplicada hoje, e que diz muito sobre nós.
Eu tinha - e ainda tenho - um desejo de formar um grupo de atitude, formado por diversas pessoas, de diversas áreas e de variadas idades, sendo totalmente democrático e, assim, promober discussões, manifestos, mutirões que fossem para encontrar, conhecer e resolver problemas da nossa sociedade, mas percebo que há muitos - como foi dito acima - que não se importam pois estão tranquilos e outros que dizem que participam mas na hora arrumam desculpas e etc.
Portanto, para tentar mudar algo, mude primeiro sua cabeça. Se abrindo à novos horizontes e pensamentos, você já estará fazendo algo e as atitudes de mudança serão conseqüência dessa abertura.
Inicialmente, tinha vindo no blog só para atualizar isso, mas acabei escrevendo um grande texto. Espero que não fique chato e que leiam e opinem, pois isso poderá abrir uma boa discussão.
Obrigado!
Guilherme Przendisuk de Oliveira
Estou de volta depois de um tempo considerável longe das páginas e letras "blogueiras". Fiquei algum tempo sem vontade de escrever algo, expressar minhas idéias e pensamentos que, para muitos, sei que não têm muito valor e para outros tantos não faz a mínima diferença a minha vidinha.
Percebo que quanto mais o tempo passa, mais eu aprendo e, assim, vivo e aproveito mais meu pouco tempo nesse mundo pífio e superficial.
Minhas experiências recentes me mostram cada vez mais que o mundo não é feito do descaso, mas que tudo tem um porque, apesar de muitas vezes as coisas não terem uma explicação, ou que esta não seja boa o bastante para justificá-las.
Vejo muitas pessoas revoltadas com pouco, os "emos" invadindo a internet e agora até a televisão, gente com grana e poder para fazer que quiserem, outros vivendo sua vida, quietos, sem preocupação com o amanhã, sem se importar se o vizinho precisa de ajuda.
Há muita gente vivendo por viver, não se preocupam em fazer algo para tentar mudar as coisas, pensam, por exemplo, que como ainda não faltou água na minha casa, pra que econmizar. Creio que, pelo menos, 80% dos "humanos" estão aí só para fazer volume, outros 10% fazem o seu, preocupam-se com os outros mas, por questões de falta de vontade ou falta de tempo, não fazem muito para ajudar, 8% tentam fazer o possível, dentro de suas limitações para ver as coisas melhores, e 2% apenas fazem realmente a diferença!
Posso estar errado nas porcentagens (até porque não fiz e nem me baseei em algum estudo para colocar esses números) mas posso afirmar que essa pode ser uma divisão da sociedade que pode ser aplicada hoje, e que diz muito sobre nós.
Eu tinha - e ainda tenho - um desejo de formar um grupo de atitude, formado por diversas pessoas, de diversas áreas e de variadas idades, sendo totalmente democrático e, assim, promober discussões, manifestos, mutirões que fossem para encontrar, conhecer e resolver problemas da nossa sociedade, mas percebo que há muitos - como foi dito acima - que não se importam pois estão tranquilos e outros que dizem que participam mas na hora arrumam desculpas e etc.
Portanto, para tentar mudar algo, mude primeiro sua cabeça. Se abrindo à novos horizontes e pensamentos, você já estará fazendo algo e as atitudes de mudança serão conseqüência dessa abertura.
Inicialmente, tinha vindo no blog só para atualizar isso, mas acabei escrevendo um grande texto. Espero que não fique chato e que leiam e opinem, pois isso poderá abrir uma boa discussão.
Obrigado!
Guilherme Przendisuk de Oliveira
Monday, August 28, 2006
O que está se passando em minha vida?
O que está se passando em minha vida?
Essa é uma pergunta que não faço a mínima idéia de como respondê-la. Estou num dilema, e não sei como resolvê-lo, mas tenho que tomar uma atitude rápida, pois senão vou ficar "chupando o dedo"(no bom sentido é claro). O interessante é que certas coisas acontecem com uma pessoa mas que deveria acontecer com outra, e quando você percebe o erro, já é tarde demais. Felizmente dessa vez não fui eu quem errei, mas fui muito prejudicado por esse erro. Agora, vejo o quão importante é "deixar rolar". Essa expressão se encaixa bem no momento que passo. Hoje tudo que faço é bem pensado, bem elaborado e estou pronto para as conseqüências, sejam elas positivas ou negativas.
Não vou contar de que erro estou falando e nem que pessoa o cometeu, mas quero deixar uma pergunta e um pensamento.
A pergunta: Por que, mesmo sendo avisado pelo o que pode acontecer, você não dá ouvidos aos outros e pensa que está agindo corretamente mas depois "quebra a cara"?
O pensamento: Procure estar pronto à todas conseqüências de suas atitudes, senão você mesmo será o maior prejudicado!
Ae galera, aqui vai o site da promoção "Volta ao mundo Negresco". Vejam como participar para concorrer ao prêmio. Falou, até mais!
Essa é uma pergunta que não faço a mínima idéia de como respondê-la. Estou num dilema, e não sei como resolvê-lo, mas tenho que tomar uma atitude rápida, pois senão vou ficar "chupando o dedo"(no bom sentido é claro). O interessante é que certas coisas acontecem com uma pessoa mas que deveria acontecer com outra, e quando você percebe o erro, já é tarde demais. Felizmente dessa vez não fui eu quem errei, mas fui muito prejudicado por esse erro. Agora, vejo o quão importante é "deixar rolar". Essa expressão se encaixa bem no momento que passo. Hoje tudo que faço é bem pensado, bem elaborado e estou pronto para as conseqüências, sejam elas positivas ou negativas.
Não vou contar de que erro estou falando e nem que pessoa o cometeu, mas quero deixar uma pergunta e um pensamento.
A pergunta: Por que, mesmo sendo avisado pelo o que pode acontecer, você não dá ouvidos aos outros e pensa que está agindo corretamente mas depois "quebra a cara"?
O pensamento: Procure estar pronto à todas conseqüências de suas atitudes, senão você mesmo será o maior prejudicado!
Ae galera, aqui vai o site da promoção "Volta ao mundo Negresco". Vejam como participar para concorrer ao prêmio. Falou, até mais!
Friday, August 11, 2006
aff
q q eu vou escrever hj..
sem mta voia
fiquem com esse video um tanto quanto "engracado"..
sdausddausdha
q q eu vou escrever hj..
sem mta voia
fiquem com esse video um tanto quanto "engracado"..
sdausddausdha
Monday, August 07, 2006
Será que tudo acabou?
Por quê tudo dá errado? Por quê o que eu quero nunca acontece? Por quê quando eu mais to afim de alguém, acontece alguma coisa q muda tudo? Por quê? Por quê? Por quê??????????????????????????????????????????????????????
Já cansei de joga esse jogo chamado vida, já cansei de amar alguém e essa pessoa brincar comigo.
Depois de alguns acontecimentos, agora eu mudei. Não quero mais saber se você me ama. Não quero mais saber se vou machucar alguém. Não quero mais saber das conseqüências dos meu atos. Infelizmente para aprender algumas coisa na vida, você tem que quebrar a cara. Só assim você sabe o que poderá e o que não poderá fazer da próxima vez que ocorrer uma situação semelhante.
Tudo ao seu redor tem uma causa de existência. Nada é por acaso. Acostumar-se à certas situações é normal. Viver intensamente algumas também é normal. Mas tudo dar errado quando mais se precisa que dê certo, aí não creio que seja normal.
Não sei se o que estou passando é necessário tanto assim. Para mim, as coisas são tão simples, mas para os outros, parece que sempre tem que haver uma complicação. Quanto mais difícil for, melhor. Acho esse pensamento muito imbecil como, também, as pessoas que os têm são.
A partir de hoje, vou mudar muitos atos. Vou ser radical com muitas coisas e pessoas. Vou falar ainda mais o que eu penso, sem medo das conseqüências, porque acredito que o que você pensa é muito mais importante do que o que os outros vão falar se você disser a verdade.
Vou começar o meu jogo. O jogo onde o único ganhador vai ser eu. Um jogo em que não haverá brincadeiras, mas muita seriedade e frieza. Vou levar minha vida à um novo caminho, um novo rumo. Ainda não sei exatamente qual direção irei tomar, mas sei que será uma surpreendente.
Pode ser que não seja hoje, amanhã ou depois. Pode ser que demore uns meses até que aconteça, mas podem ter certeza que vai acontecer.
Pode ser que não seja hoje, amanhã ou depois. Pode ser que demore uns meses até que aconteça, mas podem ter certeza que vai acontecer.
Não vou me vingar de ninguém. Isso não faz parte da minha personalidade. A vingança o torna mais medíocre que a pessoa que te machucou. Como já dizia o Chaves: "A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena."
Só quero deixar um último aviso: Não brinque com os sentimentos de ninguém. Hoje você pode estar se divertindo, mas amanhã você poderá ser a diversão!
Thursday, August 03, 2006
É Hora de Ir Aonde Ninguém Foi
Texto entitulado "É hora de ir aonde ninguém foi", postado pelo Colorado Emanuel Neves na comunidade Sport Club Internacional do Orkut.
"Há quase 30 anos, olhamos apenas para trás. Vemos a cabeça de Dom Elias ser tocada por uma centelha divina e nos dar o Brasil. Invejamos a doce morte do colorado que deixou o corpo na social do Gigante, eufórico e confuso, sem entender como Escurinho e Falcão colocaram por terra as leis da física, contra o Atlético Mineiro. Depois, sarcásticos, acompanhamos o cortejo fúnebre dos corintianos indo se afogar no Tietê, assim que Valdomiro lhes ensinou o que era um verdadeiro ‘paulistão’.
Ainda com o pescoço virado, enxergamos palmeirenses cabisbaixos, deixando o Morumbi e tocando fogo em jornais que levantavam a estúpida dúvida sobre quem era o melhor entre Mococa e o futuro Rei de Roma. Embasbacados com a mais estupenda atuação de um camisa 5 na história do futebol. Saudosos, assistimos à Velha Raposa de pé na casamata, aplaudindo o príncipe Jair por ter quebrado a espinha de Leão e colocado a terceira estrela no manto vermelho. Junto, o exclusivo ramo de louros. O ramo verde da esperança. A esperança em tempos ainda melhores. De alegrias e conquistas inimagináveis. Do melhor time do mundo da segunda metade da década de 70.
Mas as glórias almejadas nunca vieram. O ramo foi suprimido. Em seu lugar, patrocínios. Uma quarta estrela nasceu, com a sina de ter seu brilho eternamente ofuscado. A ponto de receber olhares que beiram o asco, como se fosse melhor nunca ter brotado. Assim, há quase 30 anos, olhamos apenas para trás. Agora, temos de virar a cabeça para frente.
É hora de ir aonde ninguém foi.
Quando Rafael Sóbis balançou dois equatorianos e soltou a patada de direita, um novo ramo verde se encravou do lado esquerdo do peito de metade do Rio Grande Sul. O grito de gol que estremeceu o Menino Deus fez ondas no Guaíba e mareou os olhos de 40 mil apaixonados. Como o bel-canto, que emociona e regozija, a enlouquecida sinfonia alvi-rubra empurrou aquele time para um dos melhores segundos-tempos do clube quase centenário. Só uma torcida no mundo conseguiria produzir arte sem instrumentos, valendo-se apenas da batida do coração. O Amor inveja o concreto do Beira-Rio.
O sentimento que nasce por trás do S, do C e do I entrelaçados deveria ser catalogado como doença perigosa e incurável. Contagiados desde o berço, nesse exato momento, vivemos uma crise. Assustadoramente aguda. Sem precedentes. Nunca o povo do ‘Clube do Povo’ esteve tão imbuído, tão concentrado. E é disso que precisamos. Daqui para frente, cada vez mais. Dia a dia. É hora de ir aonde ninguém foi.
Nada é relevante até a quinta-feira da próxima semana. Olhe para o lado. O mundo está parado. Note como o relógio travou. Seus problemas são irrelevantes. Sua mãe é irrelevante. Sua existência é irrelevante! A vida é uma camisa vermelha. Nada mais. É hora de ir aonde ninguém foi.
Antes de dormir, não reze, nem peça nada. Apenas feche os olhos. Imagine o Beira-Rio. Olhe em sua volta. 70 mil irmãos em pé. No setor sul, barras tremulam. Cabeças sobem e descem. Mãos em riste, mandando gremistas tomarem aonde eles gostam. Aparece a Academia do Povo. Brincando de Deus, a Camisa 12 cria uma nebulosa que tapa o gramado. O Inter é uma força da natureza. O jogo começa. Partida tensa. Feia. Dura. A cada carrinhaço, você pula como se fosse o título mundial. Intervalo. 0 a 0. Chove. As pernas cansam. Você não esmorece. Somos colorados, gaúchos e peleadores.
O jogo recomeça. O juiz erra. Estamos com um a menos. A voz acaba. Mas somos todos teus seguidores, lembra? Nada vai nos separar! Você continua empurrando com a alma. 45min. Perdigão lança. Sóbis dribla e cai. Falta. Na risca da área. O mundo está em silêncio. Viver não é preciso. Jorge Wagner é preciso. O grito de gol ergue o Gigante aos céus. A explosão ensurdece a América. Você abraça quem está do lado. Não importa quem é. Estará com uma camisa vermelha e terá dado a vida pelo time que você ama. Ajoelhado no concreto sagrado, você chora. O choro de desabafo que segura desde que escolheu o Internacional como estilo de vida. Você não deve mais nada para ninguém."
VAMO LÁ INTER!!! VAMO SER CAMPEÃO!!!!!!!!!!
"Há quase 30 anos, olhamos apenas para trás. Vemos a cabeça de Dom Elias ser tocada por uma centelha divina e nos dar o Brasil. Invejamos a doce morte do colorado que deixou o corpo na social do Gigante, eufórico e confuso, sem entender como Escurinho e Falcão colocaram por terra as leis da física, contra o Atlético Mineiro. Depois, sarcásticos, acompanhamos o cortejo fúnebre dos corintianos indo se afogar no Tietê, assim que Valdomiro lhes ensinou o que era um verdadeiro ‘paulistão’.
Ainda com o pescoço virado, enxergamos palmeirenses cabisbaixos, deixando o Morumbi e tocando fogo em jornais que levantavam a estúpida dúvida sobre quem era o melhor entre Mococa e o futuro Rei de Roma. Embasbacados com a mais estupenda atuação de um camisa 5 na história do futebol. Saudosos, assistimos à Velha Raposa de pé na casamata, aplaudindo o príncipe Jair por ter quebrado a espinha de Leão e colocado a terceira estrela no manto vermelho. Junto, o exclusivo ramo de louros. O ramo verde da esperança. A esperança em tempos ainda melhores. De alegrias e conquistas inimagináveis. Do melhor time do mundo da segunda metade da década de 70.
Mas as glórias almejadas nunca vieram. O ramo foi suprimido. Em seu lugar, patrocínios. Uma quarta estrela nasceu, com a sina de ter seu brilho eternamente ofuscado. A ponto de receber olhares que beiram o asco, como se fosse melhor nunca ter brotado. Assim, há quase 30 anos, olhamos apenas para trás. Agora, temos de virar a cabeça para frente.
É hora de ir aonde ninguém foi.
Quando Rafael Sóbis balançou dois equatorianos e soltou a patada de direita, um novo ramo verde se encravou do lado esquerdo do peito de metade do Rio Grande Sul. O grito de gol que estremeceu o Menino Deus fez ondas no Guaíba e mareou os olhos de 40 mil apaixonados. Como o bel-canto, que emociona e regozija, a enlouquecida sinfonia alvi-rubra empurrou aquele time para um dos melhores segundos-tempos do clube quase centenário. Só uma torcida no mundo conseguiria produzir arte sem instrumentos, valendo-se apenas da batida do coração. O Amor inveja o concreto do Beira-Rio.
O sentimento que nasce por trás do S, do C e do I entrelaçados deveria ser catalogado como doença perigosa e incurável. Contagiados desde o berço, nesse exato momento, vivemos uma crise. Assustadoramente aguda. Sem precedentes. Nunca o povo do ‘Clube do Povo’ esteve tão imbuído, tão concentrado. E é disso que precisamos. Daqui para frente, cada vez mais. Dia a dia. É hora de ir aonde ninguém foi.
Nada é relevante até a quinta-feira da próxima semana. Olhe para o lado. O mundo está parado. Note como o relógio travou. Seus problemas são irrelevantes. Sua mãe é irrelevante. Sua existência é irrelevante! A vida é uma camisa vermelha. Nada mais. É hora de ir aonde ninguém foi.
Antes de dormir, não reze, nem peça nada. Apenas feche os olhos. Imagine o Beira-Rio. Olhe em sua volta. 70 mil irmãos em pé. No setor sul, barras tremulam. Cabeças sobem e descem. Mãos em riste, mandando gremistas tomarem aonde eles gostam. Aparece a Academia do Povo. Brincando de Deus, a Camisa 12 cria uma nebulosa que tapa o gramado. O Inter é uma força da natureza. O jogo começa. Partida tensa. Feia. Dura. A cada carrinhaço, você pula como se fosse o título mundial. Intervalo. 0 a 0. Chove. As pernas cansam. Você não esmorece. Somos colorados, gaúchos e peleadores.
O jogo recomeça. O juiz erra. Estamos com um a menos. A voz acaba. Mas somos todos teus seguidores, lembra? Nada vai nos separar! Você continua empurrando com a alma. 45min. Perdigão lança. Sóbis dribla e cai. Falta. Na risca da área. O mundo está em silêncio. Viver não é preciso. Jorge Wagner é preciso. O grito de gol ergue o Gigante aos céus. A explosão ensurdece a América. Você abraça quem está do lado. Não importa quem é. Estará com uma camisa vermelha e terá dado a vida pelo time que você ama. Ajoelhado no concreto sagrado, você chora. O choro de desabafo que segura desde que escolheu o Internacional como estilo de vida. Você não deve mais nada para ninguém."
VAMO LÁ INTER!!! VAMO SER CAMPEÃO!!!!!!!!!!




